Postado Por : Unknown 10 de ago. de 2013

 Não há nada que seja 100% eficiente contra a ressaca, garantem os especialistas. Entre as atitudes bacanas pré-festa, comer algum prato nutritivo para forrar o estômago e alternar os drinques com bons goles de água ou suco de frutas são uma boa pedida. Depois de entornar o caneco, de nada adianta engolir uma colher de azeite, se esbaldar nos doces e refrigerantes ou recorrer aos remédios. A melhor coisa é evitar a bebida por um tempo e descansar. No final das contas, só há um jeito perfeito contra a tal veisalgia: não exagerar.

Água em falta:

O álcool inibe a secreção de hormônios antidiuréticos, como a vasopressina. A pessoa vai várias vezes ao banheiro e perde muito líquido. No outro dia, a boca seca é o sinal mais evidente de um intenso processo de desidratação.


Chabu cerebral:

Um dos sintomas mais comuns na recuperação da bebedeira é a dor de cabeça. A ciência não tem explicações definitivas para o incômodo, mas supõe-se que a culpa é dos vasos sanguíneos dilatados, que pressionam a massa cinzenta.


O injustiçado:

O órgão que mais trabalha é o fígado, responsável por metabolizar as moléculas de álcool. Na tentativa de dar conta da labuta, o tecido hepático continua produzindo enzimas mesmo depois do pileque, o que desregula várias funções do corpo.


O fígado metaboliza cerca de uma lata de cerveja por hora.


Corpo exausto:

A urina leva embora diversos sais minerais essenciais para o funcionamento de todo o organismo. Uma parcela do cansaço e da fadiga vem desse desfalque. Parte da indisposição também é culpa da liberação de citocinas, moléculas do sistema imune que deixariam os músculos extenuados.


Será frescura?:

O álcool invade o cérebro e perturba o trabalho de todos os neurotransmissores. No dia seguinte, as células nervosas ainda não recobraram as energias totalmente. Daí, qualquer estímulo mais forte, como luz e barulho, incomoda


Tudo que vai...:

...volta! As bebidas etílicas irritam a mucosa do estômago e do intestino. A gordura que reveste essas estruturas se dissolve, aumentando a possibilidade de gastrite e úlcera. Horas depois, os sintomas mais comuns são queimação, vômito e diarreia.


Sem amarras:

A ressaca moral atinge a pessoa embriagada se ela se expôs a situações que não consideraria adequadas em estado sóbrio. Quando o freio comportamental volta a funcionar, só resta lamentar e pedir desculpas. O arrependimento, nesse caso, só mata de vergonha.


Título preocupante:

Nosso país figura entre os líderes em consumo de cervejas e companhia (porcentagem da população que bebe)
                                                                                                      Fonte: saude.abril.com

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